https://e-lcv.online/index.php/revista/issue/feede-Letras com Vida — Revista de Estudos Globais: Humanidades, Ciências e Artes2025-12-31T16:56:04+00:00Cristiana Lucas Silvaceg.estudosglobais@uab.ptOpen Journal Systems<p>A <em>e-Letras com Vida — Revista de Estudos Globais: Humanidades, Ciências e Artes</em> (e<em>-LCV</em>) é uma publicação científica semestral do Centro de Estudos Globais da Universidade Aberta (CEG/UAb), em parceria com o Instituto Europeu de Ciências da Cultura Padre Manuel Antunes (IECCPMA) e a Associação Internacional de Estudos Ibero-Eslavos (CompaRes). Visa divulgar, no endereço <a href="http://e-lcv.online/index.php/revista/index">http://e-lcv.online/index.php/revista/index</a>, estudos originais sobre Literatura, especialmente encarada na sua inscrição cultural e em diálogo com a História, a Filosofia, as Artes e as Ciências.</p> <p>A <em>e-LCV</em> contempla um dossiê temático, uma secção de artigos multitemáticos, uma entrevista, um apartado de leituras críticas e a apresentação de um projeto de investigação desenvolvido no quadro do CEG-UAb.</p> <p>Aceitam-se apenas artigos inéditos escritos por autores com o grau académico de doutor. Em caso de coautoria, pelo menos um dos autores deverá deter o doutoramento feito.</p> <p>A e<em>-LCV</em> publicará os artigos aprovados nas seguintes línguas: português, espanhol, francês e inglês.</p> <p> </p> <p>ISSN: 2184-4097</p> <p>DOI: <a href="https://doi.org/10.53943/ELCV.2018">https://doi.org/10.53943/ELCV.2018</a></p> <p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" rel="license"><img style="border-width: 0;" src="https://i.creativecommons.org/l/by/4.0/88x31.png" alt="Creative Commons License" /></a><br />Os artigos publicados estão licenciados com <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" rel="license">Creative Commons Attribution 4.0 International License</a>.</p>https://e-lcv.online/index.php/revista/article/view/393História Global da Educação em Portugal2025-12-30T23:55:09+00:00José Eduardo Francoeduardofranco.ceg@uab.ptJoaquim Pintassilgojapintassilgo@ie.ulisboa.pt2025-12-31T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 José Eduardo Franco, Joaquim Pintassilgohttps://e-lcv.online/index.php/revista/article/view/382Apresentação — Santo Inácio de Loyola e as suas conversões2025-12-30T19:11:36+00:00Gianfranco Ferrarogianfranco.ferraro@gmail.comAndreas Gonçalves Lindandreasglindsj@gmail.com<p>O nosso dossiê resulta de uma jornada de estudos realizada no Centro de Estudos Globais da Universidade Aberta, em dezembro de 2022, dedicada a repensar a conversão de Inácio de Loyola numa perspetiva interdisciplinar. O objetivo foi ir além da sua relevância histórica e explorar o fenómeno da conversão como chave para compreender dimensões mais amplas da espiritualidade humana. Para compreender os múltiplos aspetos da conversão inaciana, fomos explorando a conversão de Inácio, a partir de uma abordagem multidisciplinar da espiritualidade, investigando os exemplos e os arquétipos que a influenciaram. É neste contexto que procurámos investigar o seu significado, no seu prisma antropológico, psicológico e teológico, questionando a atualidade de uma transformação da existência que, talvez, ainda diga hoje respeito a todas as pessoas humanas.</p>2025-12-31T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Gianfranco Ferraro, Andreas Gonçalves Lindhttps://e-lcv.online/index.php/revista/article/view/383A conversão em tempos de tensões identitárias2025-12-30T19:41:38+00:00Andreas Gonçalves Lindandreasglindsj@gmail.com<p class="p2">Tal como vem relatada na <em>Autobiografia </em>e sempre fiel à dinâmica interna aos <em>Exercícios espirituais</em>, a vida de Inácio de Loyola revela-se de enorme atualidade. A tese que aqui iremos expor consiste em mostrar como o mundo secular, em que hoje nos situamos, pode constituir o terreno adequado para o desabrochar de um tipo de <em>conversão religiosa </em>que o fundador dos Jesuítas experienciou no século <span class="s2">xvi</span>, para o qual apontou o Magistério do pontificado de Francisco. Esse tipo de conversão caracteriza-se por três traços essenciais: (1) a capacidade de assumir a fragilidade da condição humana, tão humana, (2) a capacidade de se tornar imune às ideologias, revelando-se moderado nas controvérsias dos tempos hodiernos e (3) a gratidão que permite a abertura para a comunhão com todas as criaturas, incluindo as não-humanas.</p>2025-12-31T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Andreas Gonçalves Lindhttps://e-lcv.online/index.php/revista/article/view/384A conversão de Inácio numa perspetiva psicológica2025-12-30T20:22:10+00:00Ângela Sá Azevedoamazevedo@ucp.pt<p class="p2">A conversão de Inácio de Loyola pode ser refletida considerando diferentes perspetivas, nomeadamente a antropológica, a teológica, a sociológica, a psicológica. Refletir sobre o significado e o processo da conversão implica estudar a pessoa convertida, inserida nos seus contextos de referência. Neste âmbito, a Psicologia entendida como a ciência que estuda a pessoa em desenvolvimento ao longo da vida, na sua multidimensionalidade, pode apresentar-se como uma abordagem a considerar no estudo do processo de conversão. Tendo por base a perspetiva psicológica, neste artigo pretende-se refletir sobre o impacto da personalidade de Inácio de Loyola no processo de conversão. Ao mesmo tempo, partindo de estudos anteriores sobre este tema, aufere-se acrescentar uma visão complementar sobre o processo de conversão. Desenvolveremos, igualmente, as características de Inácio de Loyola em termos de motivação e de autorregulação no sentido de compreender o processo de conversão. Tentar-se-á responder às seguintes questões: Que características de personalidade apresentou Inácio de Loyola que o ajudaram na sua conversão? Poderemos perceber o processo de conversão como um processo motivacional e autorregulatório, tendo por base os modelos construtivistas e sociocognitivos da Psicologia?</p>2025-12-31T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Ângela Sá Azevedohttps://e-lcv.online/index.php/revista/article/view/385Converter-se, ou seja, despir-se de si próprio: A recriação inaciana de um modelo antigo2025-12-30T20:41:37+00:00Gianfranco Ferrarogianfranco.ferraro@gmail.com<p class="p2">Neste artigo, a partir de um enquadramento morfológico da noção de conversão em diferentes códigos de escrita, procuro mostrar como a conversão de Iñigo/Ignácio descrita na <em>Autobiografia</em>, pode ser abordada no interior de uma história de longa duração das formas de conversão, encontrando apoio, nesse sentido, nas análises desenvolvidas por Pierre Hadot e Michel Foucault.</p>2025-12-31T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Gianfranco Ferrarohttps://e-lcv.online/index.php/revista/article/view/386A obra Autobiografia de Inácio de Loyola e os modos de proceder da Companhia de Jesus2025-12-30T21:18:27+00:00Paulo Romualdo Hernandespaulo.hernandes@unifal-mg.edu.br<p class="p2">Este artigo analisa a obra <em>Autobiografia</em>, de Inácio de Loyola, tendo como norte o contexto histórico em que ela foi realizada e a intenção de seu autor em realizá-la. Tem como pressuposto que o relato de Loyola dialoga com o importante contexto histórico do início do século xvi, de transformações intensas na religiosidade cristã, das Reformas Protestante e Católica, do Concílio de Trento, do estabelecimento dos cristãos no Novo Mundo. A obra <em>Autobiografia </em>foi criada intencionalmente pelo seu autor como testamento aos discípulos da Companhia de Jesus, para se espelharem na trajetória de vida de Loyola, que de pecador tornou-se santo nantemperança do mundo. Para este estudo, a análise da <em>Autobiografia </em>revelou os modos de proceder da Companhia de Jesus pretendida por seu fundador e primeiro geral.</p>2025-12-31T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Paulo Romualdo Hernandeshttps://e-lcv.online/index.php/revista/article/view/387A conversão como lógica de conhecimento existencial: Diálogo entre filosofia e ontologia inaciana em Karl Rahner2025-12-30T21:37:27+00:00Alex Vilas Boasalexvboas@gmail.com<p class="p2">O presente texto propõe uma leitura filosófico-teológica da conversão a partir da espiritualidade inaciana reinterpretada por Karl Rahner (1904-1984), um dos teólogos mais influentes do século XX<span class="s2"> </span>e figura central na viragem antropológica da teologia contemporânea. A sua obra marca o início de um novo capítulo do pensamento teológico, ao integrar a experiência humana como lugar hermenêutico da revelação e ao promover um diálogo fecundo com os saberes filosóficos e científicos do seu tempo. Inspirado pela ferida de Pamplona e pelo itinerário de Inácio de Loyola, este estudo compreende a conversão não apenas como um evento religioso, mas como uma transformação cognitiva e afetiva da subjetividade, um processo de transcendência que envolve razão, vontade e sensibilidade. Em diálogo com os filósofos clássicos e modernos, argumenta-se que a experiência da conversão pode ser entendida como um movimento de autoconhecimento e de escuta do sentido, no qual o ser humano se descobre como ser de discernimento. Assim, a conversão torna-se uma categoria hermenêutica privilegiada para pensar a unidade entre <em>pathos</em>, <em>lógos </em>e <em>práxis</em>, revelando-se como forma originária do saber teológico e como horizonte da reflexão filosófica contemporânea.</p>2025-12-31T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Alex Vilas Boashttps://e-lcv.online/index.php/revista/article/view/388A utopia jesuíta da conversão do homem todo e de todo o mundo: Os casos paradigmáticos de Vieira e de Antunes2025-12-30T21:52:59+00:00José Eduardo Francoeduardofranco.ceg@uab.ptPaula Carreirapaula.carreira@uab.pt<p class="p2">A espiritualidade inaciana desenvolve-se tendo por meta interior o ideal de conversão integral do ser humano e por horizonte amplo a transformação de toda a humanidade à luz dos valores cristológicos. O movimento de conversão, entendido como um processo inacabado porque sujeito às vicissitudes erodentes do tempo, visa a construção do homem novo transfigurado em Cristo e orienta-se para a ação, ou seja, para a mudança das condições de vida da sociedade nas suas múltiplas dimensões que requerem aperfeiçoamento, conversão e transfiguração para dar lugar a um mundo melhor. A espiritualidade da ação de base inaciana transporta um ideal utópico que teve expressões no pensamento e ação de figuras históricas que traduziram este ideal adequando-o à linguagem do seu tempo e do seu contexto vital. O nosso artigo prepõe-se analisar de que modo este ideário de conversão e ação global se refletiu na vida e obra de duas figuras da Companhia de Jesus em Portugal: Padre António Vieira (1608-1697) e Padre Manuel Antunes (1918-1985).</p>2025-12-31T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 José Eduardo Franco, Paula Carreirahttps://e-lcv.online/index.php/revista/article/view/389Épilogue – La conversion d’Ignace de Loyola comme événement historique et comme problème historiographique2025-12-30T22:02:48+00:00Pierre Antoine Fabrepierre-antoine.fabre@ehess.fr<p class="p2">La lecture d’un recueil d’études sur la « conversion d’Ignace de Loyola » est une expérience passionnante, plus encore quand ce recueil est porté par un jeune chercheur, Gianfranco Ferraro, qui renverse la perspective ordinaire : le moment de la conversion d’Ignace n’est pas inscrit dans le cadre d’une approche de la vie, de l’action et de l’empreinte historique du fondateur de la Compagnie de Jésus mais c’est au contraire la vie d’Ignace, marquée par l’événement central de sa conversion, qui se trouve inscrit dans une perspective beaucoup plus générale sur le phénomène de la conversion dans ses dimensions philosophique, spirituelle et psychologique.</p>2025-12-31T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Pierre Antoine Fabrehttps://e-lcv.online/index.php/revista/article/view/378Ficha Técnica2025-12-30T18:32:13+00:00Cristiana Lucas Silvarevistaletrascomvida.online@gmail.com2025-12-31T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Cristiana Lucas Silvahttps://e-lcv.online/index.php/revista/article/view/390Para uma revisão da historiografia da emigração madeirense e açoriana para o sul do Brasil2025-12-30T22:13:49+00:00Rui Caritaruicarita@gmail.com<p class="p1">Este artigo revisita os primórdios da emigração portuguesa para a Ilha do Desterro, no século <span class="s1">xviii</span>, hoje Florianópolis, capital do Estado de Santa Catarina, da república federativa do Brasil. Procura-se demonstrar, através de fontes primárias, a diversidade das origens dos povoadores europeus deste território no quadro de um movimento de transferências de grupos populacionais promovido pela coroa portuguesa. Procura-se complexificar a proveniência destes proto-emigrantes portugueses, que simplificadamente ficaram na memória histórica como sendo apenas provindos do arquipélago dos Açores. As fontes históricas aqui reveladas permitem observar a chegada e fixação neste território do sul do Brasil de contingentes de povoadores vindos não só dos Açores, mas também, em número equiparado, do arquipélago da Madeira. Este estudo permite também rever criticamente a transferência e aculturação de algumas tradições para este território, nomeadamente as Festas do Espírito Santos, que a historiografia tradicional atribuía apenas aos açorianos que ali se instalaram, mas que agora, pela verificação comparada das especificidades destas festas, poderão ter primeiramente inspiração madeirense, onde também existiam e ainda se cultivam, atualmente, ritualidades associadas ao culto da Espírito Santo Paráclito.</p>2025-12-31T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Rui Caritahttps://e-lcv.online/index.php/revista/article/view/373Festivais gastronómicos de enguias em Portugal: Nostalgia, identidade e património alimentar2025-12-30T22:24:21+00:00Ana Margarida Carvalhasanacarvalhas6679@gmail.comVítor Torresvitor.torres@ua.pt<p class="p2">Os festivais gastronómicos de enguias em Portugal são espaços privilegiados de nostalgia de costumes antigos, de identidade cultural e de patrimonialização alimentar, além de serem meios de dinamização de economias regionais. A partir da análise de três festivais portugueses neste âmbito — o Festival Gastronómico da Enguia na Murtosa, o Mês da Enguia em Salvaterra de Magos e o Festival da Enguia da Lagoa de Santo André em Santiago do Cacém —, procura-se compreender como estes eventos articulam as três componentes referidas. A metodologia consistiu num levantamento documental, numa observação participante e em conversas com organizadores e visitantes. Conclui-se que estes festivais funcionam como rituais contemporâneos de celebração comunitária, reforçando laços afetivos com o território e revitalizando práticas culinárias locais, ainda que em tensão com a sustentabilidade da espécie, a enguia europeia, sobre a qual paira hoje a ameaça de extinção.</p>2025-12-31T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Ana Margarida Carvalhas, Vítor Torreshttps://e-lcv.online/index.php/revista/article/view/371Para uma poética da Escrita Criativa2025-12-30T22:40:09+00:00Manuela Silvamanuelasofia.silva@ipt.pt<p class="p2">Em Portugal, a Escrita Criativa é uma área académica ainda em formação, mas impõe-se uma reflexão acerca do uso criativo da linguagem na construção da literatura no espaço universitário. Assim, objetiva-se posicionar a Escrita Criativa como disciplina académica que se relaciona interdisciplinarmente com a Linguística, a História e a Teoria Literárias. Por um lado, pretende-se pensar a linguagem, associada a uma poética da escrita, isto é, entendê-la como uma <em>poiein</em>, um processo de interpretação do real e das possibilidades oferecidas pela linguagem; por outro, discutir o conceito de originalidade literária, associado ao modo como os textos se relacionam uns com os outros, considerando a inevitabilidade da intertextualidade, assim como a noção de que a própria linguagem cria ficção.</p>2025-12-31T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Manuela Silvahttps://e-lcv.online/index.php/revista/article/view/342Polícia – Global e glocal2025-12-30T23:04:56+00:00Pedro Clementeintendenteclemente@gmail.com<p class="p2">A polícia acompanha a humanidade: nenhuma cidade subsiste sem polícia — é um bem maior. A polícia afiança a cidadania ao garantir a segurança, a primeira das liberdades e base do contrato social: sem segurança evapora-se a liberdade. Hodiernamente, a polícia exprime-se no singular e concretiza-se no plural — é glocal. Embora a ideia de polícia seja global, a matriz policial varia consoante o país: Portugal adopta o modelo dual — um legado napoleónico, patente nas forças de segurança. Parte da Administração Pública, a polícia portuguesa procede ao controlo coativo da deliquência.</p>2025-12-31T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Pedro Clementehttps://e-lcv.online/index.php/revista/article/view/344Um balanço sobre a identidade cultural da ilha do Príncipe no cinquentenário da independência nacional2025-12-30T23:17:56+00:00Filipa Telesfilipateles@hotmail.comRosa Maria Sequeirarosa.sequeira@uab.pt<p class="p2">Este estudo apresenta uma reflexão sobre as principais manifestações culturais da ilha do Príncipe e a sua significação na construção do processo identitário principense. Foram aplicados inquéritos a docentes, alunos de anos terminais e dirigentes educativos sobre o papel do ensino das Humanidades e de um determinado <em>corpus </em>literário na construção da identidade cultural. A investigação demonstrou que os principenses validam positivamente um <em>corpus </em>literário orientado para temáticas relacionadas com o passado anterior à independência e desejam aprofundar conteúdos com maior relevância para a cultura regional contemporânea, reconhecendo que a literatura desempenha um papel determinante na criação da identidade cultural.</p>2025-12-31T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Filipa Teles, Rosa Maria Sequeirahttps://e-lcv.online/index.php/revista/article/view/380Editorial2025-12-30T18:50:18+00:00Annabela Ritaannabela.rita@gmail.comCristiana Lucas Silvarevistaletrascomvida.online@gmail.comJosé Eduardo Francoeduardofranco.ceg@uab.ptTania Martuscellitania.martuscelli@colorado.edu<p>O décimo quinto número da e-Letras com Vida — Revista de Estudos Globais: Humanidades, Ciências e Artes reúne um conjunto de vozes e perspetivas que, partindo de territórios (geográficos e epistemológicos) diversos, convergem numa mesma inquietação: como se transforma o ser humano, individual e coletivamente, quando é desafiado a ler de novo a própria vida e o próprio tempo? Que movimentos — interiores, sociais, históricos — moldam essa transformação? Neste número, a revista reafirma a sua vocação: promover um diálogo interdisciplinar que estabelece uma ponte entre tempo, espaço e produção de conhecimento, convocando a Humanidade, as Ciências e as Artes para pensar o que nos move e o que nos transforma.</p>2025-12-31T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Annabela Rita, Cristiana Lucas Silva, José Eduardo Franco, Tania Martuscellihttps://e-lcv.online/index.php/revista/article/view/391Entrevista a Pedro Pires, ex-Presidente da República de Cabo Verde e Presidente da Fundação Amílcar Cabral2025-12-30T23:32:36+00:00Gianfranco Ferrarogianfranco.ferraro@gmail.com<p class="p1">Para assinalar e homenagear o 50.º aniversário da independência da República de Cabo Verde, ocorrida a 5 de julho de 1975, tivemos a honra de entrevistar um dos seus maiores protagonistas e verdadeiro Pai da Nação cabo-verdiana, o Presidente Pedro Pires, nascido em 1934 na ilha do Fogo: líder da luta de libertação nacional durante a guerra anticolonial, ao lado de Amílcar Cabral e Aristides Pereira; chefe da Delegação do PAIGC nas negociações com os portugueses após a Revolução dos Cravos; primeiro-ministro entre 1975 e 1991; e, por fim, Presidente da República de 2001 a 2011. Com ele, revisitámos alguns momentos decisivos da história recente daquela que é hoje, graças à luta dos povos das ex-colónias e à Revolução dos Cravos, uma república irmã de Portugal. O Presidente Pedro Pires é atualmente presidente da <em>Fundação Amílcar Cabral</em>, que em 2024 celebrou o centenário do nascimento desta figura central da luta e da reflexão anticolonial.</p>2025-12-31T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Gianfranco Ferrarohttps://e-lcv.online/index.php/revista/article/view/374Lane, V. (ed.). (2025). Literary Back-Translation. Edinburgh University Press. Edinburgh. xii + 332 pp.2025-09-22T07:33:31+00:00Nuno Rosanunomarquesrosa@gmail.com2025-12-31T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Nuno Rosahttps://e-lcv.online/index.php/revista/article/view/345Gersão, T. (2024). Autobiografia não escrita de Martha Freud. Porto Editora. Lisboa. 414 pp.2025-06-11T11:01:19+00:00Marcio Jean Fialho de Sousapcopmarciojean@gmail.com2025-12-31T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Marcio Jean Fialho de Sousahttps://e-lcv.online/index.php/revista/article/view/392Salomon, H. P.; Almeida, J. F. P. S. (2024). Os Gravames dos Cristãos-Novos. Um texto inédito do Padre António Vieira. Cátedra de Estudos Sefarditas Alberto Benveniste. Lisboa, 622pp.2025-12-30T23:49:46+00:00Ricardo Venturaricardonjventura@gmail.com2025-12-31T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2025 Ricardo Ventura