e-Letras com Vida — Revista de Estudos Globais: Humanidades, Ciências e Artes
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<p>A <em>e-Letras com Vida — Revista de Estudos Globais: Humanidades, Ciências e Artes</em> (e<em>-LCV</em>) é uma publicação científica semestral do Centro de Estudos Globais da Universidade Aberta (CEG/UAb), em parceria com o Instituto Europeu de Ciências da Cultura Padre Manuel Antunes (IECCPMA) e a Associação Internacional de Estudos Ibero-Eslavos (CompaRes). Visa divulgar, no endereço <a href="http://e-lcv.online/index.php/revista/index">http://e-lcv.online/index.php/revista/index</a>, estudos originais sobre Literatura, especialmente encarada na sua inscrição cultural e em diálogo com a História, a Filosofia, as Artes e as Ciências.</p> <p>A <em>e-LCV</em> contempla um dossiê temático, uma secção de artigos multitemáticos, uma entrevista, um apartado de leituras críticas e a apresentação de um projeto de investigação desenvolvido no quadro do CEG-UAb.</p> <p>Aceitam-se apenas artigos inéditos escritos por autores com o grau académico de doutor. Em caso de coautoria, pelo menos um dos autores deverá deter o doutoramento feito.</p> <p>A e<em>-LCV</em> publicará os artigos aprovados nas seguintes línguas: português, espanhol, francês e inglês.</p> <p> </p> <p>ISSN: 2184-4097</p> <p>DOI: <a href="https://doi.org/10.53943/ELCV.2018">https://doi.org/10.53943/ELCV.2018</a></p> <p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" rel="license"><img style="border-width: 0;" src="https://i.creativecommons.org/l/by/4.0/88x31.png" alt="Creative Commons License" /></a><br />Os artigos publicados estão licenciados com <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" rel="license">Creative Commons Attribution 4.0 International License</a>.</p>Centro de Estudos Globais da Universidade Aberta; Instituto Europeu de Ciências da Cultura Padre Manuel Antunespt-PTe-Letras com Vida — Revista de Estudos Globais: Humanidades, Ciências e Artes2184-4097<p>Os autores conservam os direitos de autor e concedem à revista o direito de publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" target="_new">Licença Creative Commons Attribution</a> que permite a partilha do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação nesta revista.</p>Franco, J. E.; Pinto, P. (Dir.) (2026). Dicionário Global das Heresias. Teologia, Cultura e Literatura. Edições Afrontamento. Porto. 670 pp.
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Alexandra Esteves
Direitos de Autor (c) 2026 Alexandra Esteves
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2026-06-302026-06-301619920410.53943/ELCV.0126_199-204Oliveira, L. E. (Org.). (2026). Perspectivas interdisciplinares sobre o Iluminismo e seus paradoxos. Editora Criação. Aracaju, 424 pp.
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Júlia Duarte
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2026-06-302026-06-301620520710.53943/ELCV.0126_205-207Wootton, D. (2015). The Invention of Science: A New History of the Scientific Revolution. Harper. New York. 784 pp.
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Nuno Rosa
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2026-06-302026-06-301621321610.53943/ELCV.0126_213-216Pinto, J. N. (2021). Hegemonia: 7 duelos pelo poder global. Crítica. Lisboa. 464 pp.
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Bruno Machado
Direitos de Autor (c) 2026 Bruno Machado
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2026-06-302026-06-301620821210.53943/ELCV.0126_208-212Ficha Tecnica
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Cristiana Lucas Silva
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2026-06-302026-06-301624Apresentação — Criação, arte, movimentos e manifestações: lugares de resistência e de re-existência
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<p>De todos os lugares emanam vozes. Umas vozes são claras e distintas, outras desaparecem na distância. A questão é, aparentemente, uma questão física, de proximidade entre o lugar da emissão e o lugar da receção da voz. É audível um sussurro dito ao ouvido, mas alguém que está longe e quer captar a nossa atenção tem de gritar. Se o grito for lançado de muito longe, há um intervalo entre a capacidade de alcance do ouvido e a capacidade de alcance da voz; não ouvimos um grito lançado de muito longe: é abafado, é absorvido, é ruído de fundo. Apesar de tudo, emanam vozes, de todos os lugares, num esforço de aproximação. Uma voz é uma petição de cuidado. É um som produzido por alguém que se quer fazer ouvir, que quer ser ouvido, que quer que alguém o ouça. Uma voz é uma forma de superar uma distância. Se o abismo entre a capacidade de alcance do ouvido e a capacidade de alcance da voz não foi superado, se essa voz que tenta captar a nossa atenção é ainda, apesar do esforço, pouco mais do que silêncio, o esforço deve ser partilhado — compete a um ouvinte atento aproximar-se para escutar Este Dossier é um esforço ativo de aproximação a quem fala, de escutar algumas vozes que, quotidianamente, deixamos por ouvir.</p>Yara Felicidade de Souza ReisBruno Venâncio
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2026-06-302026-06-301691110.53943/ELCV.0126_9-11Pode entrar: Lina Bo Bardi e a arquitetura do SESC Pompeia
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<p>Este texto tem como objetivo refletir sobre a atuação da arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi na construção do Centro de Cultura e Lazer do SESC-Pompeia, na cidade de São Paulo. A abordagem trata de um ponto de vista da arquiteta baseado na simplicidade popular, a partir do que definiu como «arquitetura pobre», incidindo na escolha que influenciou a concepção do projeto, resultando num conjunto arquitetônico pertencente ao Serviço Social do Comércio- SESC, que entre suas funções abriga a arte e o lazer.</p>Yara Felicidade de Souza Reis
Direitos de Autor (c) 2026 Yara Felicidade de Souza Reis
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2026-06-302026-06-3016122610.53943/ELCV.0126_12-26Valores culturais da arte urbana
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<p>É feita a contextualização, construção de conhecimento e proposta de conceitos organizadores sobre a arte urbana, destacando-se a produção única de conhecimento sobre a história dos factos relativos ao <em>graffiti</em> e <em>street art</em> em Lisboa, exercício com abordagens de aproximação já desenvolvidas por diversos autores, mas que aqui se revisita e reforça, com base na experiência empírica de uma análise participante que dura há mais de 25 anos. Conclui-se da análise dos dados recolhidos que a valorização cultural predominante trata dos valores sociais, sugerindo-se formas específicas de documentação e disseminação como propostas de conservação.</p>Pedro Soares Neves
Direitos de Autor (c) 2026 Pedro Soares Neves
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2026-06-302026-06-3016274010.53943/ELCV.0126_27-40O lugar da arte entre os Povos Indígenas que reexistem e resistem contracolonialmente
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<p class="p2">Neste texto tratarei particularmente do lugar da arte entre alguns dos Povos Originários como resistência e reexistência contracolonial. A ideia também é ponderar sobre a própria palavra «arte» em se tratando dos Povos Indígenas como intrínseca ao cotidiano manejar/fazer/vivenciar como parte da natureza e suas espiritualidades. Por fim, ponderarei sobre a relação do olhar sobre «nossa arte» com os mais de 500 anos do início das invasões europeias, dos constantes etnogenocídio, implantação do colonial capitalismo e da secular reexistência.</p>Carlos José Ferreira dos Santos
Direitos de Autor (c) 2026 Casé Angatu
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2026-06-302026-06-3016415310.53943/ELCV.0126_41-53Génese de Cabo Verde em Nascimento de um Mundo, de Mário Lúcio Sousa
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<p class="p2">Neste ensaio aborda-se, de forma comparativa, a génese de Cabo Verde na obra poética <em>Nascimento de um mundo</em>, cujo autor é Mário Lúcio Sousa. O escopo principal é o de analisar criticamente a forma e o fundo de alguns textos poéticos da obra acima referida<em>. </em>Para a concretização do fito principal, os objetivos específicos passam por identificar os temas dos diferentes textos poéticos, bem como propor a leitura da obra em função do seu valor histórico-literário e da sua relação com a temática da gênese de Cabo Verde. O estudo articula-se em três partes complementares: biografia do autor, forma e fundo dos textos poéticos e, por último, as conclusões sobre a maneira como os «eus» poéticos entoam o nascimento das ilhas cabo-verdianas.</p>Carlos Gonga Pascoal
Direitos de Autor (c) 2026 Carlos Gonga Pascoal
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2026-06-302026-06-3016546610.53943/ELCV.0126_54-66Resistência e interseccionalidade na videoarte de mulheres artistas racializadas
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<p class="p2">O tema central deste artigo incide nas representações de mulheres videoartistas do seu corpo racializado e objeto de violência, que transformam as mulheres em não-sujeitos, mas também nas figurações da sua identidade e autodeterminação, centradas em narrativas de resistência autorreflexivas, no sentido da criação de si mesmas como sujeitos. Tendo como estudo de caso as peças de vídeo: «Free, white and 21» de Howardeena Pindell (EUA, 1980), «Absolute exotic» de Lilibeth Cuenca Rasmussen (Dinamarca, 2005), e «Insularidade» de Jacira da Conceição (Portugal, 2023), pudemos observar que a videoarte de mulheres é um fenómeno dinâmico que se articulou tanto com os movimentos feministas da Segunda Vaga como se ligou aos da Terceira Vaga, tal como os feminismos negros e chicanos, enquadrados pelo movimento de individualização e pelas transformações sociais mais amplas.</p>Teresa Veiga Furtado
Direitos de Autor (c) 2026 Teresa Veiga Furtado
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2026-06-302026-06-3016678510.53943/ELCV.0126_67-85Jerónimo Mascarenhas (c.1611-1672): um erudito lusitano contra o Portugal Rebelde
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<p>Nascido em Lisboa (ca. 1611), sexto filho do Vice-Rei do Brasil, D. Jorge Mascarenhas, na sequência da afirmação da Restauração do Reino Português, em fevereiro de 1641, D. Jerónimo fugiu para Madrid. No respeito da justiça divina e do necessário direito de abandonar a pátria quando esta se mostrasse demasiado «angosta e madrasta», manteve-se sempre um intransigente defensor da devida lealdade ao soberano espanhol Filipe IV. Foi por ele recompensado com honrosos títulos eclesiásticos e prestigiadas posições na corte. Na capital espanhola, também desempenhou funções diretivas na vida espiritual de algumas congregações leigo-religiosas. Em castelhano, para além de publicar diversas obras, dedicou-se também ao trabalho de erudita coletânea e transcrição duma enorme documentação histórico-política, genealógica e hagiográfica, tanto impressa quanto manuscrita (1598-1666), reunida em nada menos que cinquenta e um extensos volumes. Faleceu como bispo de Segóvia em 1672.</p>Massimo Bergonzini
Direitos de Autor (c) 2026 Massimo Bergonzini
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2026-06-302026-06-30168610310.53943/ELCV.0126_87-103O Proto-Plano Escolar Pombalino: Origens da escola pública na Madeira
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<p>Este artigo analisa os primeiros 50 anos de desenvolvimento do ensino régio na Madeira, entre 1772 e as primeiras décadas do século xix. A criação das cadeiras de primeiras letras na Madeira obedeceu sobretudo a critérios administrativos, não populacionais, e o estabelecimento de escolas enfrentou dificuldades de provimento, financiamento e consolidação. Conclui-se que, apesar de desorganizado e limitado, este proto-sistema escolar assinala o início de uma rede pública de instrução primária na Madeira. O caso insular evidencia as dificuldades da aplicação da reforma pombalina fora do Continente, mostrando como a educação elementar foi inicialmente concebida como instrumento de modernização administrativa, antes de ser afirmada, no quadro liberal, como direito universal.</p>Maria Luciana Paredes
Direitos de Autor (c) 2026 Maria Luciana Paredes
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2026-06-302026-06-301610411710.53943/ELCV.0126_104-117Da inocência à consciência: A evolução da bondade em Dostoiévski — Míchkin e Aliócha como arquétipos éticos
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<p>O presente artigo propõe uma leitura comparativa das figuras do príncipe Míchkin, de <em>O idiota</em>, e de Aliócha Karamázov, de <em>Os irmãos Karamázov</em>, como dois modos de encarnação da bondade no universo dostoievskiano. Enquanto Míchkin representa a inocência luminosa e a pureza inata que sofre por não compreender o mal, Aliócha expressa a maturidade espiritual daquele que, conhecendo o sofrimento, escolhe permanecer no bem. A análise parte de uma perspectiva hermenêutica e filosófica, inspirada em Paul Ricoeur e Emmanuel Levinas, para examinar a passagem da bondade como graça passiva à bondade como escolha ética e consciente. Essa transição revela, em Dostoiévski, uma pedagogia do amor e da vulnerabilidade moral que supera o heroísmo retórico, transformando a compaixão em escuta ativa e em responsabilidade pelo outro.</p>Lara Passini Vaz-Tostes
Direitos de Autor (c) 2026 Lara Passini Vaz-Tostes
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2026-06-302026-06-301611813510.53943/ELCV.0126_118-135Hidrodiplomacia e hidro-hegemonia chinesa no rio Mekong
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<p>O presente trabalho procura analisar as dinâmicas geopolíticas e hidropolíticas em torno do rio Mekong, centrando-se particularmente no papel da China como potência hidro-hegemónica. A investigação examina o impacto dos projetos de infraestruturas chineses, como a construção de barragens, na governação do rio e nas relações regionais, particularmente no condicionamento do fluxo de água para o Laos, Camboja e Vietname, quer através de iniciativas hidrodiplomáticas como o Fórum de Cooperação Lancang-Mekong e a Iniciativa da Sub-Região do Grande Mekong. Adicionalmente, o estudo ressalta ainda as consequências ambientais, económicas e políticas destes desenvolvimentos, com especial destaque para os impactos negativos nas comunidades locais e nos ecossistemas.</p>João Simões
Direitos de Autor (c) 2026 João Simões
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2026-06-302026-06-301613614810.53943/ELCV.0126_136-148Entretien avec Fabrice d'Almeida, historien français et président du Département des Sciences de l'Information et de la Communication de l’Université Paris-Panthéon-Assas
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<p>Fabrice d'Almeida est historien, professeur à l’Université Paris Panthéon-Assas et spécialiste de l’histoire contemporaine, de l’histoire des médias et des cultures politiques. Ses recherches portent notamment sur les mécanismes de la propagande, la communication politique, les imaginaires sociaux et les dynamiques de la mondialisation médiatique. Auteur d’une œuvre abondante et reconnue à l’échelle internationale, il contribue à une compréhension critique des relations entre pouvoir, information et construction de la mémoire dans les sociétés contemporaines.</p>Celso Carminati
Direitos de Autor (c) 2026 Celso Carminati
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2026-06-302026-06-301615019710.53943/ELCV.0126_150-197História Global da Relações Internacionais de Portugal
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Nuno Severiano TeixeiraJosé Eduardo FrancoJoão Relvão Caetano
Direitos de Autor (c) 2026 Nuno Severiano Teixeira, José Eduardo Franco, João Relvão Caetano
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2026-06-302026-06-301621821910.53943/ELCV.0126_218-219Editorial
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<p>O 16.º número da <em>e-Letras Com Vida</em> oferece ao leitor um conjunto particularmente expressivo da pluralidade de abordagens, objetos e linguagens que hoje estruturam o pensamento crítico nas Humanidades e Ciências Sociais. Entre a criação artística, a investigação histórica, a crítica literária, a geopolítica, a epistemologia e a reflexão sobre os <em>media</em>, este número reafirma a vocação da revista como espaço de diálogo interdisciplinar, de problematização do presente e de revisitação crítica do passado.</p>Annabela RitaCristiana Lucas SilvaJosé Eduardo FrancoTania Martuscelli
Direitos de Autor (c) 2026 Annabela Rita, Cristiana Lucas Silva, José Eduardo Franco, Tania Martuscelli
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2026-06-302026-06-30165610.53943/ELCV.0126_05-07